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16 de jan de 2012

Diário de Bordo II



"Examina bem os teus pensamentos e, se os vires puros, puro será também o seu coração." (Confúcio)


Segunda feira, 16 de janeiro de 2012.

O alarme do despertador começa a tocar, e assim se inicia nova semana de trabalho...

E, ao acordar, passo a pensar e ter meus surtos de insanidades (os amigos virtuais nesse ponto devem pensar, porque ele não pode dormir mais tempo...)

Saio de casa, e lembro-me que moro em uma cidade grande, onde temos muitos problemas a resolver.

Na curta distância de casa até o trabalho (apesar de ser uma cidade grande, sou privilegiado em morar próximo do local que desenvolvo minha profissão), penso em problemas como falta de transporte público, transito congestionado, mas principalmente, no problema da poluição (talvez devido a minha mente poluída, não por pornografia, mas pelo excesso de besteiras...).

E, deixando de lado uma visão macro, começo a refletir sobre as pessoas, que da mesma forma são responsáveis pela poluição externa, também percebo que sou responsável por outra espécie de poluição, que é a da alma.

Quantas vezes pronunciamos que a pessoa é “pura de coração”, que não tem maldades, apresentando a “pureza das crianças”.

Reflito, portanto, que somos nós que durante a nossa vida deixamos impurezas nos poluírem a alma e coração, por sentimentos que não nos trazem nada de bom, causados algumas vezes por atos poluidores de outras pessoas.

E, chego a conclusão que se em relação a poluição da cidade que moro posso apenas fazer uma pequena parte para que ela não aumente ou até mesmo diminua (acreditando que se todos fizerem essa pequena parte, viveremos em mundo melhor), no tocante a poluição interna posso tomar medidas que previnam que ela cause prejuízos a minha alma e coração, e que a todo momento posso realizar uma limpeza interna tirando as purezas adquiridas, impedindo assim que elas me envenenem a alma.

E, chegando a esse ponto, encerrei mais uma vez a anotação do meu diário de bordo (até mesmo porque cheguei ao trabalho, depois da viagem curta a bordo de um ônibus).

Abs.,

Glauco.

"Enquanto puderes erguer os olhos para o céu, sem medo, saberás que tens o coração puro, e isto significa felicidade." (Anne Frank)

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