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28 de fev. de 2011

Homenagem e Adeus

AGRADECIMENTO


Após, no mínimo, quatro anos de uma luta contra doenças, o Pai Maior chamou o meu pai para cumprir novas missões...

Como já mencionei algumas vezes, expressar sentimentos para mim é uma tarefa extremamente difícil, e escrevendo talvez seja a que tenho menos dificuldade.

Assim, nessa ultima internação que ele teve no hospital (foram em torno de 23 dias entre quarto e UTI), tive o pressentimento que não o teria mais próximo de mim, e preparei esse texto como uma última homenagem.

Portanto, segue o mesmo:

Não tive irmãos em minha vida, mas tive o meu pai que foi o meu amigo, o meu irmão, além da função de pai.

Tive o meu pai, que me ensinou o amor e respeito a família, e que hoje é uma das coisas que considero essencial em minha vida.

Tive o meu pai, que me ensinou que com integridade e honestidade se consegue ter sucesso na vida, e de uma maneira melhor, ou seja, com a consciência tranqüila.

Tive o meu pai, que em muitos momentos soube controlar meus impulsos, demonstrando de uma forma racional que eu estava errado.

Tive o meu pai, que me ensinou que não é errado um homem se emocionar, demonstrar seus sentimentos e até se for o caso chorar, seja por se emocionar por algo que lhe deixou extremamente alegre ou triste.

Tive meu pai que me ensinou que sempre há uma forma diferente de ver as coisas, e que devemos sempre respeitá-la.

Tive meu pai que me ensinou a respeitar todos os meus semelhantes, independente de qualquer condição, ensinando assim mais uma das lições mais importantes para mim, a da humildade.

Poderia continuar por muito tempo essa lista, mas, resumidamente, posso dizer que tive meu pai, que ao lado da minha mãe, são os principais responsáveis pela pessoa que sou hoje...

Então, nesse momento, só queria lhe dizer, meu pai, onde quer que você esteja nesse momento, que só tenho a lhe agradecer pelo que fez por mim, e que isso é apenas uma pequena prova do meu amor por você...

E, para completar, talvez a letra dessa música abaixo, que também foi feita num momento semelhante ao qual me encontro, possa descrever melhor o que quero dizer...

Fique com Deus.

Com amor do seu filho,

Glauco.

Cedo ou Tarde
Nx Zero
Composição: Di Ferrero / Gee Rocha

Quando perco a fé,
Fico sem controle
E me sinto mal, sem esperança
E ao meu redor,
A inveja vai, fazendo
as pessoas se odiarem mais.

Me sinto só,(me sinto só)
Mas sei que não estou (Mas sei que não estou)
Pois levo você no pensamento
Meu medo se vai, (Meu medo se vai)
Recupero a fé, (Recupero a fé,)
E sinto que algum dia
ainda vou te ver
Cedo ou Tarde (Cedo ou Tarde)

Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar.

Você me faz querer viver,
E o que é nosso,
Está guardado
em mim e em você
E apenas isso basta

Me sinto só,(me sinto só)
Mas sei que não estou(Mas sei que não estou)
Pois levo você no pensamento
Meu medo se vai,(Meu medo se vai)
Recupero a fé, (Recupero a fé,
E sinto que algum dia ainda vou te ver
Cedo ou Tarde (Cedo ou Tarde)

Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar.

Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar.

8 de out. de 2010

Coisas da Infância


Emoção de Pai

Ontem, minha esposa publicou em seu blog, e divulgou aos amigos dela a redação que a nossa filha Beatriz, de 9 anos, fez na escola com o tema “Sou Criança”.

Porém, apesar da minha esposa já ter divulgado, não poderia de demonstrar o amor que sinto pela minha filha e o orgulho dela ser da forma que é, divulgando a mesma redação também no meu blog, neste espaço que dedico a esta fase maravilhosa da nossa vida, a infância.

Portanto, segue a redação elaborada pela minha filha, da forma que ela redigiu (não tirei os pequenos errinhos de português, pois, em minha opinião, o conteúdo é o que vale), para podermos refletir um pouco sobre o futuro que queremos construir.

Espero que gostem,
Glauco.

Sou criança, sou feliz

(autoria de Beatriz Marchezin, aos 9 anos)

Eu sou uma criança muito feliz.

Tenho casa, família, brinquedo, tudo que tenho direito.

Mas as vezes fico pensando nas crianças que não tem nem um grão de arroz, e fico triste por elas. Imagina crianças abandonadas nas chuvas, sem uma casa para morar, passando frio e fome.

Eu tenho que agradecer pela vida que Deus me deu.
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