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5 de nov. de 2012

TEXTO SÉRIO



VIDA APÓS O NASCIMENTO...
(autoria desconhecida)




No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao 
outro:


- Você acredita na vida após o nascimento?

- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui 
principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais 
tarde.


- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa 
vida?


- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez 
caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.


- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É 
totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma 
coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito 
curto.


- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do 
que estamos habituados a ter aqui.


- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas 
encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia 
prolongada na escuridão.


- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com 
certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.


- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela 
tudo isso não existiria.


- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não 
existe nenhuma.


- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, 
ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida 
real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela...







PENSE E REFLITA SOBRE ESSAS PALAVRAS, E COMO QUEREMOS NOS PREPARAR PARA O FUTURO...

(texto extraído da Internet em 05.11.2012)

3 de out. de 2011

4 ERROS...


Bom dia.

Recebi esse texto por e-mail, e resolvi repassar aos amigos, por acreditar que sirva de lição a muitos de nós...

Abs.,

Glauco.

4 Erros

A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki , médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional. Transcrevo aqui uma pergunta e a resposta dada durante a entrevista:

Revista: Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?

Shinyashiki: A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:


- A primeira é:

Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.

- A segunda loucura é:

Você tem de estar feliz todos os dias.

- A terceira é:

Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.

- Por fim, a quarta loucura:

Você tem de fazer as coisas do jeito certo.


Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.

As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.

Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.

Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.

Quando recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:

"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.

Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

Agora, pense e medite:

Todos, na hora da morte.... ”dizem se arrepender de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.”...

....”aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas”....

Alguma coisa parece semelhante em tua vida?

(texto recebido por e-mail em 03.10.2011)

19 de set. de 2011

Texto Sério - A ALMA DO MUNDO...

Bom dia.

Hoje, ao invés de colocar um pensamento meu, segue um belíssimo texto extraído da Internet, que acredito terá muito mais a nos ensinar...

Abs.,

Glauco.

A ALMA DO MUNDO
(Chico Xavier)


Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa
prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que
permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.

Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera, a inferior julga;
a superior alivia, a inferior culpa;
a superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!

(texto extraído da internet em 19.09.2011)

7 de jun. de 2011

Peixe Fresco...


Peixe Fresco
(autoria desconhecida)

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como "sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.

Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam.

Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples:

L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

ASSIM SEGUE A RESPOSTA AO PROBLEMA DOS PEIXES, E QUE TAMBÉM SERVE COMO LIÇÃO PARA A VIDA:

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença. "Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

(texto recebido por e-mail em 07.06.2011)

23 de mai. de 2011

Se Alguém te procurar...

Se Alguém te Procurar...
(autoria desconhecida)


Se alguém te procurar:

Com frio... É porque você tem o cobertor.

Com alegria... É porque você tem o sorriso.

Com lágrimas... É porque você tem o lenço.

Com versos... É porque você tem a música.

Com dor... É porque você tem o curativo.

Com palavras... É porque você tem a audição.

Com fome... É porque você tem o alimento.

Com beijos... É porque você tem o mel.

Com dúvidas... É porque você tem o caminho.

Com orquestras... É porque você tem a festa.

Com desânimo... É porque você tem o estimulo.

Com fantasias... É porque você tem a realidade.

Com desespero... É porque você tem a Serenidade.

Com entusiasmo... É porque você tem o brilho.

Com segredos... É porque você tem a cumplicidade.

Com tumulto... É porque você tem a calma.

Com confiança... É porque você tem a força.

Com medo... É porque você tem o AMOR!!!

Ninguém chega até VOCÊ por acaso, Em "TUDO" há um propósito...

Inclusive em você estar lendo aqui, agora.... Afinal:

"Você pode até não ser ninguém para este mundo,
mas é o mundo para alguém”

(texto recebido por e-mail em 23.05.2011)

25 de abr. de 2011

Sem etiqueta, Sem preço...


Bom dia.

O texto é antigo, circula na Internet, mas senti vontade de publicá-lo hoje.

Abs.,

Glauco.


SEM ETIQUETA, SEM PREÇO...

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.

Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo,
executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.

A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.

Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.

Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?

É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?

Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?

Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.
Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.

Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.

A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.

A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.

O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.

O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores é nos dado por Deus, gratuitamente.

Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de grife.

Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.

Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.

(Redação extraída do site “Vooz”, a partir de comentário de Willian Hazlitt, que circula pela Internet, em 25.04.2011)

1 de abr. de 2011

Quero Voltar a Confiar...


Quero Voltar a Confiar...
(Arnaldo Jabor)

Fui criado com princípios morais comuns.

Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades dignas de respeito e consideração.

Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto.

Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades...

Confiávamos nos adultos, porque todos eram pais, mães ou familiares da nossa rua, do bairro ou da cidade.

Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror...

Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos.

Tudo que os meus netos um dia enfrentarão.

Pelo medo no olhar das crianças, dos velhos, dos jovens e dos adultos.

Direitos humanos para os criminosos, deveres ilimitados para os cidadãos honestos.

Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Trabalhador digno e cumpridor dos deveres virou otário.

Pagar dívidas em dia é ser tonto - anistia para corruptos e sonegadores.

O que aconteceu conosco?

Professores maltratados nas salas de aula; comerciantes ameaçados por traficantes; grades em nossas janelas e portas.

Que valores são esses?

Automóveis que valem mais que abraços. Filhas querendo uma cirurgia como presente por passarem de ano.

Filhos esquecendo o respeito no trato com pais e avós.

No lugar de senhor, senhora, ficou “oi cara”, ou “como está, coroa”?

Celulares nas mochilas de crianças.

“O que vais querer em troca de um abraço?” – “A diversão vale mais que um diploma.” – “Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa.” – “Mais vale uma maquiagem do que um sorvete.” - “Aparecer do que ser.”

Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?

Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar nas flores…

Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão.

Quero a honestidade como motivo de orgulho.

Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar “olho no olho”.

Quero sair de casa sabendo a hora em que estarei de volta, sem medo de assaltos ou balas perdidas.

Quero a vergonha na cara e a solidariedade.

Onde a palavra valia mais que um documento assinado. Quero a esperança, a alegria, a confiança de volta. Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de” ao falar de uma pessoa.

E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como o céu de primavera, leve como a brisa da manhã. E definitivamente bela como cada amanhecer.

Quero ter de volta o meu mundo simples e comum, onde existam o amor, a solidariedade e a fraternidade como bases.

Vamos voltar a ser gente. A ter indignação diante da falta de ética, de moral, de respeito. Construir um mundo melhor, mais justo e mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas.

Utopia?

Quem sabe.

Precisamos tentar.

Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão.

Quem sabe começando a caminhar ou ajudando a transmitir esta mensagem teremos de volta nossa dignidade, nosso respeito, nossos direitos, nossas vidas.

Pense, decida.

Só depende de você.

(texto recebido por e-mail em 21.03.2011 e publicado em 01.04.2011)

14 de mar. de 2011

A idiotice é vital para a felicidade...

A idiotice é vital para a felicidade.

(Arnaldo Jabor)


Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

(texto extraído do site “pensador” em 14.03.2011)

21 de fev. de 2011

O Bosque

O Bosque
(autoria desconhecida)


Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa.

Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias.

O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.

Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.

Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.

Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.

Ele disse-me, que se ao regar as plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima.

Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.

Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.

Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.

Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.

Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.

Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência.

Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes.

Meu antigo vizinho havia realizado seu sonho!

O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.

Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda.

Que efeito curioso, pensei eu...
As adversidades pela quais aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

A partir desse momento, comecei a pensar sobre uma atitude minha:

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos.

Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido.

Freqüentemente, oro por eles.

Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:

"Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo"...

Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações.

Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.

Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais.

Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.

Portanto, pretendo mudar minhas orações.

Farei isso porque, quer queiramos ou não, a vida é não é muito fácil.

Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Ou seja, oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, nós resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.

Que Deus nos dê raízes fortes!!!

(texto recebido por e-mail e postado em 21.02.2011)

9 de fev. de 2011

Revolução da Alma




Bom dia.

Apenas um pequeno texto para reflexão, que comprova como as palavras e os pensamentos podem ser eternos...

Abs.,

Glauco

REVOLUÇÃO DA ALMA



(ARISTÓTELES – 360 A.C.)



Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão da sua vida é você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida, quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você.

Não coloque o objetivo longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensas diariamente. Pare de pensar mal de você mesmo(a), e seja seu melhor amigo(a) sempre.

Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor.

Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo que está "pronto“ para ser feliz.

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.

Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer.

Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.

A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.

(texto extraído da internet em 09.02.2011)

19 de jan. de 2011

Ser Mulher...

Texto Publicado em Retribuição a Uma Postagem da Minha Amada Esposa.

Abs.,

Glauco.




SER MULHER...

(autoria desconhecida)

Ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida, é lutar por causas perdidas e sair sempre vencedora; é estar antes de ontem e depois de amanhã, é desconhecer a palavra recompensa apensas de seus atos.

Ser mulher é caminhar na dúvida cheia de certezas; é correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva.

Ser mulher é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza; é cancelar sonhos em prol de terceiros, é acreditar quando ninguém mais acredita; é esperar quando ninguém mais espera.

Ser mulher é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa; é ser enganada e sempre dar mais uma chance; é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.

Ser mulher é estar a mil lugares de uma só vez; é fazer mil papéis ao mesmo tempo; é ser forte e fingir que é frágil para ter um carinho.

Ser mulher é comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever; é construir castelos na areia, vê-los desmoronando pelas águas e ainda assim amá-las.
Ser mulher é estender a mão a quem ainda não pediu; é doar o que ainda não foi solicitado.

Ser mulher é não ter vergonha de chorar por amor; é saber a hora certa do fim, é esperar sempre por um recomeço.

Ser mulher é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente; é ser nova quando o coração está a espera do amor, ser crescente quando o coração está se enchendo de amor, ser cheia quando ele já está transbordando de tanto amor e minguante quando este amor vai embora.

Ser mulher é hospedar dentro de si o sentimento de perdão; é voltar no tempo todos os dias e viver, por poucos instantes, coisas que nunca ficaram esquecidas.

Ser mulher é cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.

Ser mulher é ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.

Ser mulher é saber ser super-homem quando o sol nasce e virar Cinderela quando a noite chega.

Ser mulher é, acima de tudo, um estado de espírito; é uma dádiva; é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo.

14 de jan. de 2011

Pegadas na Areia...

Bom dia.

Sei que o texto é antigo, que a maioria já o conhece, mas desde ontem não paro de pensar sobre o mesmo, e trata-se da única postagem que consigo realizar nesse momento...

Abs.,

Glauco

PEGADAS NA AREIA...

 
Uma noite eu tive um sonho...

Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do céu, passavam cenas da minha vida.

Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o outro era do Senhor.

Quando a última cena passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.

Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso me aborreceu deveras e perguntei então ao Senhor:

- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que resolvi te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o caminho. Contudo, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinho.

O Senhor me respondeu:

- Meu querido filho. Jamais eu te deixaria nas horas de provas e de sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exatamente aí que eu te carreguei nos braços.

13 de dez. de 2010

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ...

Recebi por e-mail, e resolvi repassar...

Quem sabe não estejamos seguindo alguns desses conselhos e é hora de pensarmos a respeito...

Abs.,

Glauco

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ...
(Dr. Ernesto Artur – Cardiologista)

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro, enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.



10 de dez. de 2010

O QUE É VIRTU@L?

O QUE É VIRTU@L?
(autoria desconhecida)



Entrei apressado e com muita fome no restaurante.

Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, pois queria aproveitar os poucos minutos de que dispunha naquele dia atribulado para comer e consertar alguns bugs de programação de um sistema que estava desenvolvendo, além de planejar minha viagem de férias, que há tempos não sei o que são.

Pedi um filé de salmão com alcaparras na manteiga, uma salada e um suco de laranja, pois afinal de contas fome é fome, mas regime é regime, né?

Abri meu notebook e levei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:

-Tio, dá um trocado?

- Não tenho, menino.

- Só uma moedinha para comprar um pão.

- Está bem, compro um para você.

Para variar, minha caixa de entrada estava lotada de e-mails. Fico distraído vendo poesias, as formatações lindas, dando risadas com as piadas malucas. Ah! Essa música me leva a Londres e a boas lembranças de tempos idos.

- Tio, pede para colocar margarina e queijo também?

Percebo que o menino tinha ficado ali.

- OK, mas depois me deixe trabalhar, pois estou muito ocupado, tá?

Chega a minha refeição e junto com ela o meu constrangimento. Faço o pedido do menino, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir. Meus resquícios de consciência me impedem de dizer. Digo que está tudo bem.

- Deixe-o ficar. Traga o pão e mais uma refeição decente para ele.

Então o menino se sentou à minha frente e perguntou:

- Tio, o que está fazendo?

- Estou lendo uns e-mails.

- O que são e-mails?

- São mensagens eletrônicas mandadas por pessoas via Internet.

Sabia que ele não iria entender nada, mas a título de livrar-me de maiores questionários disse:

- É como se fosse uma carta, só que via Internet.

- Tio, você tem Internet?

- Tenho sim, é essencial no mundo de hoje.

- O que é Internet, tio?

- É um local no computador onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem tudo no mundo virtual.

- E o que é virtual, tio?

Resolvo dar uma explicação simplificada, novamente na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha refeição, sem culpas.

- Virtual é um local que imaginamos algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transforma- mos o mundo em quase como queríamos que fosse.

- Legal isso. Gostei!

- Mocinho, você entendeu o que é virtual?

- Sim, tio, eu também vivo neste mundo virtual.

- Você tem computador?

- Não, mas meu mundo também é desse jeito... Virtual.

Minha mãe fica todo dia fora, só chega muito tarde, quase não a vejo.

Eu fico cuidando do meu irmão pequeno que vive chorando de fome, e eu dou água para ele pensar que é sopa.

Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas eu não entendo, pois ela sempre volta com o corpo.

Meu pai está na cadeia há muito tempo.

Mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida muitos brinquedos de Natal, e eu indo ao colégio para virar médico um dia.

- Isto não é virtual, tio?

Fechei meu notebook, não antes que as lágrimas caíssem sobre o teclado.

Esperei que o menino terminasse de literalmente 'devorar' o prato dele, paguei a conta e dei o troco para o garoto, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que eu já recebi na vida, e com um 'Brigado tio, você é legal!'.

Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel rodeia de verdade, e fazemos de conta que não percebemos!

Depois daquele momento, passei a considerar que temos duas opções: a primeira, pararmos para pensar e começarmos a agir para que num futuro próximo o mundo real se aproxime da perfeição do mundo virtual sonhado pelo menino, ou simplesmente continuarmos a fazer de conta que tais problemas não nos atinge.

Ao divulgar esse texto, percebe-se que optei pela primeira opção...

(texto extraído da internet em 10.12.2010)

6 de dez. de 2010

Rotina...

Boa tarde.

Outro dia, expressei um pensamento meu sobre a rotina...

Talvez esse belíssimo texto abaixo represente melhor o meu sentimento...

Abs.,

Glauco.





Rotina...
(autoria desconhecida)

Estou cansado de trabalhar e ver todos os dias as mesmas pessoas no caminho; passar horas trabalhando.

Chego em casa e minha esposa sempre do mesmo jeito, com a mesma disposição, a mesma comida para o jantar. Entro no banho e logo ela começa a reclamar.

Quero descansar e assistir meu futebol, mas minhas filhas não me deixam, porque querem brincar comigo e conversar. Não entendem que estou cansado.

Meus pais também me irritam algumas vezes e entre trabalho, esposa, filhos, pais e ajudar a cuidar da casa, eles me deixam louco.

“Quero Paz”.

A única coisa boa é dormir.
Ao fechar os olhos sinto um grande alívio, me esqueço de tudo e de todos.

Ao dormir ...

- “Olá, vim te ajudar”.

- Quem é você? Como entrou?

- “Sou um servo de Deus. Ele disse que ouviu suas queixas e que você tem razão”.

- Isso não é possível, para isso eu teria que estar...

- “Isso, você está. Não se preocupará mais em ver sempre as mesmas pessoas, nem por agüentar a sua esposa com suas reclamações e sua disposição, nem suas filhas que te irritam, nem terá que escutar os conselhos de seus pais e não terá mais qualquer casa para ajudar a cuidar.”

- Mas... Que acontecerá com todos? Com meu trabalho? Minha casa ?

- Não se preocupe. No seu trabalho já contrataram outra pessoa para o seu lugar e ela certamente está muito feliz porque estava sem trabalho”.

- E minha esposa, minhas filhas?

- “A sua esposa foi dada um bom homem que a quer bem, a respeita e a admira por suas qualidades, aceita seus gostos e defeitos e todas as suas reclamações. Além disso, ele se preocupa com suas filhas como se fossem filhas dele. De certo, tem uma emoção muito grande já que é estéril. Por mais cansado que chegue do trabalho, dedica tempo a brincar com elas e para agradar sua esposa. Todos estão muito felizes”.

- Mas não quero isso!

- “Sinto muito, a decisão foi tomada”.

- Mas isso significa que jamais voltarei a beijar o rostinho das minhas filhas, nem dizer “eu te amo” a minha esposa e mostrar a eles o quanto são importantes na minha vida, nem dar um abraço nos meus pais.

- Não, não quero morrer, quero viver, envelhecer junto a minha esposa, fazer a viagem que há muito planejamos, levar minhas filhas ao passeio que sempre prometi. Não quero morrer ainda...

- “ Mas era o que você queria... Descansar.
Agora já tens seu descanso eterno, durma para sempre”.

- Não, não quero, por favor, Deus!

- “ Que aconteceu amor? Teve um pesadelo?” Disse minha esposa, me acordando com paciência e carinhosamente.

- Sim, um pesadelo horriv....

Parei a frase ao meio, olhei em seu rosto, seu semblante preocupado comigo, ali do meu lado, e então, sorrindo falei:

- NÃO, MEU AMOR... NÃO TIVE PESADELO NENHUM, TIVE UM ENCONTRO COM DEUS, QUE NOS ADORA, E QUE ACABA DE ME DAR UMA NOVA OPORTUNIDADE !

23 de nov. de 2010

O Doce Aroma do Café...





O DOCE AROMA DO CAFÉ...
(autoria desconhecida)

Uma filha se queixou ao seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.

Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido, outro surgia.

Seu pai, um chefe de cozinha, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.

A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.

Virando-se para ela, perguntou: -"Querida, o que você está vendo?"

- "Cenouras, ovos e café.", ela respondeu.

Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.

Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.

Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.

Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.

Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

- "O que significa isso, pai?"

Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.

Os ovos eram frágeis - sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rígido.

O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.

Ele perguntou à filha: - "Qual deles é você, minha querida?".

- “Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?”.

- “Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força?”.

- “Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer igual?“.

- “Ou, será que você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?".

- “Ou seja, somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós - somente a nós - decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim. Precisamos acreditar que temos capacidade e tenacidade suficientes para superar os desafios.”

- “Portanto, me responda agora, o que você é: cenoura, ovo ou café?”


TODOS NÓS TEMOS PROBLEMAS E PASSAMOS POR ADVERSIDADES.

O QUE DIFERE É A MANEIRA COMO CADA UM ENCARA E ENFRENTA TAIS ADVERSIDADES...

ESPERO QUE, DAQUI EM DIANTE, QUANDO LHE CONVIDAREM PARA TOMAR UM CAFÉ, LEMBRE-SE DESSA ESTÓRIA.

E QUE POSSAMOS SER CAFÉ, USANDO AS ADVERSIDADES PARA MODIFICAR O SABOR DA VIDA, COM UM AROMA SEMPRE ESPECIAL !!!

(texto extraído da Internet em 23.11.2010)

19 de nov. de 2010

HOMENAGEM AOS AMIGOS (CULPA DO BLOG)...


Bom dia.

Primeiramente, não mencionarei nomes, pois não quero cometer injustiças, esquecendo de alguém...

Mas, muitas pessoas vão saber que estou me referindo a elas...

Segue a homenagem para alguns amigos meus:

> Meus dois primeiros amigos, que estão no topo de minhas amizades até hoje, pois o que sou hoje devo muito a eles: Minha mãe e meu pai...

> Meus avós, que auxiliaram os meus dois primeiros amigos, pois ser avô e avó é ser pai e mãe duas vezes...

> Os amigos que passaram em todas as fases da minha vida, que alguns eu mantenho contato até hoje, e outros perdi esse contato, mas que em certos momentos da minha vida foram muito importantes, seja me apoiando ou me mostrando o caminho correto quando eu estava errado...

> Minha amada e querida esposa, que já homenageei outras vezes, e que se encontra junto aos meus pais no topo do ranking das amizades, por agüentar as minhas loucuras e amar um cara “sem noção” como eu, inclusive incentivando a criar esse blog...

> Minhas amadas e lindas filhas, que hoje representam o mais puro amor que consigo demonstrar, e, conseqüentemente, dividem o topo com minha esposa e meus pais...

> Os amigos de trabalho, que agüentam as minhas manias e “maletices” (como todos dizem, eu sou um “mala sem alça, sem rodinha, com furos dos lados, mas ainda sim um cara legal”), e que me aturaram quando eu só falava com eles sobre meu blog...

> E, após descobrir um site de divulgação de blogs, criei um grupo de amigos virtuais, que destaco:

- Os que tiveram que ficar recebendo recados meus perguntando como funcionava o site, e me auxiliaram a aprender e poder aumentar a amizade com eles e trocar pensamentos e textos...

- Os que comentam o que publico, eu não sei se realmente por gostarem ou por simplesmente por educação (acredito mais nessa hipótese - rsrsrsrs)...

- Os que recebem meus comentários, e muitas vezes ainda tem a educação de agradecer (rsrsrsrs)...

- Os que discordei de suas postagens (não foram muitos), mas que me levaram a refletir sobre uma nova forma de ver as coisas, e, com isso, evoluir como pessoa...

- Aquele que me homenageou com uma brincadeira, e que me fez sentir como parte integrante desses amigos virtuais...

> Por fim, deixo uma homenagem especial a todos os amigos que não se enquadraram nos itens anteriores, mas que gostaria que soubessem que nem por isso devem ser sentir menos meus amigos.

E para todos, encaminho o texto a seguir:

AS CORES DOS AMIGOS...
(Autoria Desconhecida)

Amigos são "cores", cada qual com seu matiz,
e um jeito sempre muito marcante.

Há o Amigo "cor verde":
é aquele que em tudo ressalta a beleza
da Vida e põe esperança nela.
Ele nos ergue!

Há o Amigo "cor azul":
ele sempre traz palavras de paz e de serenidade,
dando-nos a impressão, ao ouvi-lo, de que estamos em contato direto com o céu ou com o profundo azul do mar.
Ele nos eleva!

Há o Amigo "cor amarela":
ele nos aquece, assim como o sol;
faz-nos rir, sorrir e enxergar o amarelo brilho das estrelas bem ao alcance das nossas mãos.

Há o Amigo "cor vermelha":
é aquele que domina as regras de viver, é como nosso sangue.
Ele acusa perigos, mas nunca nos abala a coragem.
É pródigo em palavras apaixonadas e repletas de caloroso amor.

Há o Amigo "cor laranja":
ele nos traz a sensação de vigor, saúde,
enriquece nosso espírito com energias que são verdadeiras vitaminas para o nosso crescimento.

Há o Amigo "cor cinza":
ele nos ensina o silêncio, a internalização e o autoconhecimento.
É um indutor a pensamentos e reflexões.
Ajuda-nos a nos aprofundarmos em nós mesmos.

Há o Amigo "cor roxa":
ele traz à tona nossa essência majestosa,
como a dos reis e dos magos.
Suas palavras têm nobreza, autoridade e sabedoria.

Há o Amigo "cor preta":
ele é mestre em mostrar nosso lado mais obscuro,
com palavras geralmente duras,
atinge-nos sem "anestesia" e, com boas intenções,
leva-nos a melhor considerar nossas atitudes perante a vida.

... E há o Amigo "cor branca":
esse nos revela verdades nascidas da vivência e da incorporação de conhecimentos.
Ele nos prova que, não só ele, mas também todos os outros, têm verdades aprendidas para partilhar conosco.

Se reunirmos
a todos num
Grande Encontro,
veremos um
arco-íris de Amor !


ABS.,

GLAUCO.
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